O senador Rogério Marinho (PL-RN), que atua como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, manifestou forte oposição neste domingo à determinação do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou em duas horas o prazo para a votação.
Críticas nas redes sociais
Por meio de uma postagem em suas plataformas digitais, o parlamentar potiguar sustentou que a ordem foi expedida às 17h01, logo após o término oficial do pleito, rotulando a resolução como inadequada e inadequada ao momento.
Histórico e apontamentos
Além da contestação sobre o horário, Marinho resgatou o passado profissional de Zanin, mencionando sua trajetória prévia como representante legal do atual chefe do Executivo federal.
“Decisão vergonhosa e intempestiva de um ministro do STF que era advogado do atual presidente, que toma decisão às 17 horas e um minuto após o encerramento das eleições . Ação inexequível para tumultuar o processo de uma eleição que eles já perderam no voto. Eleição para o PT É aquela que eles ganham, quando eles perdem é ditadura. Lamentável”, publicou.
O episódio gerou forte repercussão no cenário político nacional, intensificando o debate sobre os ritos e as decisões jurídicas aplicadas durante o andamento do processo eleitoral no país.
















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