Um consórcio criminoso responsável pelo abastecimento de drogas no Distrito Federal movimentou a quantia de R$ 1,3 milhão em um período de apenas 60 dias, conforme apontam as investigações conduzidas pelas autoridades policiais.
Esquema logístico e empresas de fachada
Para mascarar a origem ilícita do capital e viabilizar a distribuição dos entorpecentes, a organização criminosa utilizava empresas de fachada como estratégia de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial.
Armazenamento na periferia
A logística do grupo previa a utilização de chácaras localizadas em Samambaia e no Sol Nascente. Esses imóveis rurais funcionavam como centrais de armazenamento para os carregamentos de drogas trazidos de outros estados.
A operação policial desmantelou a rede de distribuição que utilizava o Distrito Federal como principal mercado consumidor para os produtos ilícitos comercializados pelo esquema inter estadual.
















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