A passarela do São Paulo Fashion Week foi palco de uma inusitada e marcante colaboração criativa ao cruzar a inocência dos quadrinhos nacionais com a rebeldia de movimentos underground.
A união entre quadrinhos e contracultura
Em sua apresentação no evento de moda, a etiqueta comandada por Dario Mittmann surpreendeu o público ao conectar a nostalgia dos gibis criados por Mauricio de Sousa à atmosfera sombria das culturas gótica e punk.
O impacto visual na passarela
A proposta estética buscou resgatar memórias afetivas da infância do público brasileiro, mas reinterpretando os elementos clássicos dos personagens sob uma ótica transgressora, urbana e de forte apelo visual.
Com essa mistura de universos aparentemente opostos, a coleção buscou ampliar os limites da expressão artística na moda contemporânea nacional, gerando grande repercussão entre os entusiastas do setor e críticos presentes no evento.
















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