Uma empresa gráfica pertencente a um investigado pela Polícia Federal movimentou cerca de R$ 3 milhões em contratos com candidaturas políticas no estado do Rio de Janeiro. O responsável pelo estabelecimento comercial havia sido detido em setembro de 2024 durante diligências da corporação.
Esquema usava encenações públicas e desinformação
De acordo com as apurações das autoridades, o proprietário do estabelecimento exercia papel de coordenação em uma organização criminosa especializada na propagação de fake news no cenário eleitoral fluminense.
A tática utilizada pela quadrilha envolvia a realização de peças de teatro de rua em locais com grande circulação de pessoas. As encenações simulavam situações reais com o intuito de enganar populares e espalhar versões enganosas sobre o processo democrático e seus participantes.
Desdobramentos da apuração policial
A ofensiva da PF resultou na prisão do empresário antes da realização do pleito municipal, freando a atuação da célula criminosa. As análises financeiras e os vínculos entre os comitês eleitorais e os serviços prestados pela gráfica continuam no radar das investigações.
















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