A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por afastar qualquer possibilidade de exoneração de cargos com indicados políticos ligados a legendas que declararam apoio a Flávio Dino. A decisão blinda apadrinhados de parlamentares que compõem a base governista na Câmara e no Senado.
Justificativa da campanha
Porta-voz da campanha, Camilo Santana justifica que muitos parlamentares, como Motta, são apoiadores de Lula e veta demissões de indicados.
Com essa postura, o Palácio do Planalto busca pacificar a relação com o Congresso Nacional e garantir a governabilidade em votações cruciais para a agenda do Executivo nos próximos meses.
















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