O governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, rejeitou veementemente as denúncias de falhas na circulação de coletivos e manifestou forte oposição à ordem do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, que estendeu o horário de votação até as 19h em território nacional.
Problemas na frota de ônibus em várias cidades A determinação do magistrado ocorreu após diversas notificações sobre a diminuição de veículos circulando em vários municípios brasileiros ao longo do dia de votação.
Na cidade de São Paulo e em municípios da Região Metropolitana, cidadãos enfrentaram longas esperas em pontos e terminais, além de flagrantes de coletivos enfileirados e garagens repletas de veículos parados.
Críticas às diretrizes judiciais A situação ocorreu mesmo após ordens expressas da Justiça Eleitoral exigindo que a administração municipal paulista e a SPTrans mantivessem a frota integral em funcionamento.
O chefe do Executivo paulista direcionou duras críticas ao magistrado e pontuou que o sistema de justiça brasileiro protagoniza mais um episódio de instabilidade institucional.
“Sinceramente, é lamentável que o Brasil passe por isso. Estão tumultuando uma eleição pela certeza da derrota. É uma decisão que não faz o menor sentido, pedida diretamente a um ministro, passando por cima da autoridade do TSE. Ou seja, o Judiciário que mergulhou o Brasil em uma crise institucional sem precedentes escreve um novo capítulo dessa crise. Estão tumultuando uma eleição que era para ser absolutamente tranquila”, afirmou o governador paulista.
Reação do governador paulista Aliado do senador Flávio Bolsonaro, o dirigente estadual classificou a medida como uma narrativa infundada criada para gerar instabilidade no pleito.
“É inacreditável o que está acontecendo. O argumento utilizado pelo PT é fantasioso. Está funcionando tranquilamente os transportes. Vem essa narrativa no final do período, uma tentativa de criar uma situação”, afirma Tarcísio a jornalistas.
A extensão do horário de votação gerou debates acalorados entre lideranças políticas sobre o impacto das decisões judiciais no andamento das eleições.
















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