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Novo filme de Jane Austen prova a força de obras que se tornam clássicos no cinema

Novo filme de Jane Austen prova a força de obras que se tornam clássicos no cinema

Jane Austen segue sendo uma das principais autoras de romance da história. Mesmo mais de 200 anos após sua morte, seus clássicos continuam em alta. E cada vez mais com uma ajudinha do cinema. Austen tem a sorte de encontrar diretores espetaculares. Razão e Liberdade estreou na quinta-feira, 29, nas telonas ao redor do mundo. Protagonizado por Daisy Edgar-Jones e Esmé Creed-Miles, que interpretam as irmãs  Elinor e Marianne Dashwood, o filme fala sobre duas jovens que precisam lidar com a morte do pai, decepções amorosas e reviravoltas. 

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Ao longos dos anos, a autora aparece no audiovisual de diferentes maneiras. A mais conhecida, sem dúvidas, é Orgulho e Preconceito. A obra já foi adaptada para filmes, séries e peças. Em 2005, Joe Wright conseguiu colocar as nuances de Jane nas grandes telas e tornou, de novo, uma produção da escritora em um clássico, mas com outra linguagem. Com Matthew Macfadyen (Sr. Darcy) e Keira Knightley (Elizabeth Bennet), o projeto conquistou os mais jovens, às vezes distantes da literatura, e ainda rendeu uma indicação à Keira de Melhor Atriz no Oscar. 

Em dezembro, através de uma série produzida pela Netflix, o público terá a chance de revisitar, de novo, a história de um dos casais mais emblemáticos dos fãs de romance. O projeto terá seis episódios, lançados no dia 3 de dezembro. Emma Corrin interpretará Elizabeth Bennet e Jack Lowden, Sr. Darcy. 

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Razão e Sensibilidade já teve uma versão em 1995, protagonizada por Emma Thompson e Kate Winslet, interpretando as irmãs Elinor e Marianne, respectivamente. O longa levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, além de outras seis indicações, incluindo Melhor Filme, Atriz e Atriz Coadjuvante. Emma teve um trabalho duplo – além de protagonista, foi a roteirista do projeto. A cineasta Georgia Oakley, do longa de 2026, tem o desafio de chegar no nível da adaptação anterior. As críticas já mostram que ela está perto de tornar outro livro de Austen em um clássico do cinema.

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