O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou rejeição à expressão “inteligência artificial” e fez ameaças de banir a sua utilização. Para o político republicano, a terminologia “superinteligência” se mostra muito mais precisa, apesar de o setor tecnológico e a comunidade científica adotarem a sigla IA há setenta anos.
Críticas direcionadas à imprensa A reclamação do chefe de Estado americano surgiu por meio de um questionamento público direcionado a um veículo de imprensa.
“Quando o The Wall Street Journal vai começar a chamar Inteligência Artificial (IA), um nome muito ruim e impreciso, de SI (Superinteligência), o nome que praticamente todo mundo está usando, ou em breve estará? “, questionou Trump, em referência a uma aparente matéria publicada no The Wall Street Journal.
Sanções governamentais contra a sigla O republicano foi além das críticas e indicou que o governo federal poderá adotar medidas drásticas em relação à papelada oficial do país.
“Em breve, vamos PROIBIR oficialmente o termo ‘IA/Inteligência Artificial’ em todos os documentos relevantes e em tudo mais, devido à sua imprecisão”, completou.
A polêmica gerada em torno da nomenclatura traz incertezas para empresas de tecnologia e órgãos governamentais que utilizam o termo consolidado globalmente. Resta saber se a promessa do presidente americano sairá do plano retórico e se transformará em diretrizes formais para a administração pública dos Estados Unidos.
















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