Na reta final da disputa do segundo turno, a campanha de Flávio busca reorganizar suas forças e abandonar a postura defensiva. A mudança de atitude atende a apelos diretos de interlocutores políticos, que temem os impactos do crescimento recente do adversário do PT na reta decisiva da eleição.
Pressão interna contra a acomodação
Membros da coligação vinham expressando descontentamento com o rumo das articulações nas últimas semanas. As principais críticas recaíram sobre uma atmosfera de excesso de confiança nos bastidores, apontada por correligionários como um tom perigoso de “eleição ganha”.
Segundo aliados, a postura inicial reduziu o ímpeto da militância e fragilizou a capacidade de resposta da equipe justamente no momento em que a disputa exigia maior presença nas ruas e firmeza no debate público.
Estratégia para conter o avanço petista
A urgência por uma virada tática se intensificou após o candidato petista ganhar terreno com bandeiras e promessas voltadas ao eleitorado de menor renda. O apelo popular das propostas adversárias fez soar o sinal de alerta entre os coordenadores de Flávio, que viram o concorrente ditar o ritmo da agenda eleitoral.
Para frear esse crescimento, a orientação para os últimos dias de corrida eleitoral é retomar o protagonismo, cobrar engajamento integral das lideranças e partir para o confronto direto de projetos políticos, buscando recuperar eleitores indecisos e garantir o resultado nas urnas.
















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