A União Europeia decidiu agir diante da expansão dos veículos eletrificados e fechou um pacto preliminar de quatro anos para restringir as exportações de automóveis híbridos e híbridos plugáveis vindos da China. A medida busca frear a enxurrada de subsídios concedidos para a migração a elétricos no mercado internacional.
Posição das autoridades asiáticas
Conforme informações divulgadas pela agência noticiosa Reuters, representantes do governo chinês rebateram as acusações e argumentaram que a China não era a causa principal dos impactos no setor europeu.
Impactos e reflexos para o mercado brasileiro
Essa movimentação geopolítica e comercial internacional serve como termômetro importante para entender os rumos que a indústria automotiva nacional pode seguir nos próximos anos, especialmente com a chegada massiva de novas marcas e tecnologias ao país.
















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