Um menino de apenas 9 anos precisou ser submetido a uma complexa intervenção cirúrgica de sete horas consecutivas após ter sido atropelado por uma viatura policial. Para conter a gravidade do quadro e estabilizar o paciente, a operação mobilizou simultaneamente o trabalho de três cirurgiões.
Gravidade das lesões e mobilização médica
O impacto da colisão resultou em ferimentos graves na vítima. De acordo com o diagnóstico inicial, o garoto sofreu um traumatismo cranioencefálico (TCE), além de uma fratura exposta na perna e um quadro com forte suspeita de hemorragia interna.
Devido à extensão dos danos corporais e à urgência de conter possíveis sangramentos internos, a equipe médica atuou de forma emergencial em múltiplas frentes durante todo o procedimento no centro cirúrgico.
Circunstâncias do atropelamento
O atropelamento ocorreu enquanto o veículo oficial da corporação era conduzido por um policial militar sob efeito de álcool. A constatação da embriaguez ao volante agravou o caso, que mobilizou equipes de socorro imediato para transportar a criança até a unidade hospitalar de alta complexidade.
O estado do
















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