O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) manifestou-se favorável à condenação de Eduarda Campopiano em um processo por transfobia movido contra a deputada federal reeleita Érika Hilton. A ação judicial teve início após ataques virtuais direcionados à parlamentar.
O contexto dos ataques virtuais
A controvérsia judicial começou logo após a divulgação dos resultados do primeiro turno das eleições. Na ocasião, a ré utilizou as redes sociais para se referir à deputada, que é uma mulher trans, de maneira discriminatória.
A declaração investigada pela justiça
Horas após resultado do 1º turno, Campopiano se referiu à deputada federal reeleita, que é uma mulher trans, como “um homem biológico”.
O caso ganhou repercussão nacional e passou a ser tratado pelas autoridades competentes como crime de intolerância, reforçando o debate sobre os limites da liberdade de expressão e os discursos de ódio na internet contra figuras públicas e a população LGBTQIA+.
















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