A conquista de uma cadeira na Câmara Legislativa do Distrito Federal para os próximos quatro anos evidenciou uma expressiva disparidade no investimento financeiro das campanhas. Para assegurar o apoio do eleitorado, os parlamentares que venceram o pleito registraram uma despesa média de R$ 17,42 por cada sufrágio obtido.
Discrepância nos custos por eleitor
Os números revelam contrastes acentuados entre as estratégias de arrecadação e aplicação de recursos. Enquanto a campanha mais econômica entre os vitoriosos demandou um aporte de apenas R$ 2,52 por voto, o teto proporcional atingiu a marca de R$ 41,15 para cada confirmação conquistada na urna eletrônica.
Essa diferença de valores reflete táticas eleitorais distintas adotadas pelos candidatos durante a corrida pelas vagas parlamentares do próximo quadriênio.
Equilíbrio orçamentário nas urnas
A comparação do custo individual por voto evidencia como a densidade eleitoral e a estrutura de campanha caminham juntas na definição da eficiência financeira. O patamar médio de R$ 17,42 sintetiza o custo geral do processo democrático distrital para os representantes eleitos, servindo como termômetro das receitas e despesas declaradas.
















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