A diretoria do Corinthians estruturou um plano econômico para sanar de forma definitiva o passivo financeiro relativo à construção do seu estádio em São Paulo. O objetivo alvinegro é liquidar o débito acumulado de R$ 630 milhões mantido com a Caixa Econômica Federal.
Proposta envolve naming rights e ativos comerciais
O modelo apresentado pelo time paulista baseia-se na cessão direta de recebíveis ao banco público. A principal fonte de recursos indicada para o abatimento da dívida envolve o repasse dos valores provenientes da venda dos naming rights da praça esportiva.
Além das verbas de patrocínio do estádio, o Corinthians colocou na mesa de discussão outras movimentações financeiras alternativas. Essa engenharia visa garantir a amortização integral do compromisso financeiro sem sufocar o fluxo de receitas diárias da agremiação.
Estabilidade para o fluxo de caixa corintiano
As conversas entre os representantes corintianos e os executivos da instituição financeira avançaram recentemente rumo a um denominador comum. A formalização de um acordo definitivo proporcionará alívio orçamentário à gestão do futebol e estabilidade contábil nos próximos anos.
A quitação do financiamento de infraestrutura é tratada como prioridade administrativa máxima no Parque São Jorge, encerrando uma longa sequência de revisões contratuais sobre as obras da arena desde a sua inauguração.












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