O Atlético-GO teve amplo domínio territorial e volumosa produção ofensiva, mas esbarrou na falta de pontaria e acabou ficando no empate por 1 a 1 contra a Ponte Preta, equipe que já entrou em campo rebaixada na reta final da competição nacional.
Domínio absoluto e alta produção ofensiva
Ao longo dos noventa minutos disputados no estádio Moisés Lucarelli, a equipe goiana impôs um ritmo sufocante sobre o adversário campineiro. O dado mais chamativo do confronto foi o volume de tentativas contra a meta defendida pelo clube paulista.
O clube goiano acumulou impressionantes 33 finalizações ao longo de todo o duelo, exigindo constante trabalho do sistema defensivo adversário. No entanto, a enorme quantidade de oportunidades criadas não se traduziu em gols, refletindo um problema crônicode eficiência na hora das conclusões.
Posse de bola expressiva na reta final
Outro indicador que demonstrou a superioridade tática dos visitantes foi o controle da redonda. O time rubro-negro registrou uma marca expressiva de 81% de posse de bola, mandando nas ações do meio-campo para frente.
Apesar da fragilidade técnica da Ponte Preta, que já cumpre tabela após confirmar a queda para a divisão inferior, a retranca montada e a atuação defensiva conseguiram resistir ao forte abafa do Atlético-GO.
Com o apito final decretando a igualdade no placar, o time comandado pela comissão técnica visitante lamenta os pontos perdidos fora de casa, desperdiçando a chance de coroar a exibição de alto volume ofensivo com uma vitória simples no interior paulista.












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