A TV Globo prepara uma série de novidades em sua teledramaturgia para tentar reconquistar os telespectadores, que têm demonstrado insatisfação com as produções recentes. Embora o folheto atual das nove conte com um elenco entrosado, boa direção e texto afiado, os índices de audiência e a repercussão nas redes sociais continuam mornos, abrindo espaço para novas estratégias e formatos inovadores.
Globoplay ganha adaptação de Nelson Rodrigues Entre os projetos revelados no palco do Upfront nesta quarta-feira, 14, está Paraíso Perdido, nova produção do Globoplay baseada na obra de Nelson Rodrigues. O roteiro é assinado por George Moura e Sergio Goldenberg, enquanto a direção artística fica a cargo de Joana Jabace. A trama moderniza os textos do dramaturgo ao explorar temas atemporais e incômodos, como desejo, culpa, ambição, ciúme, poder, hipocrisia e a dualidade entre a fachada pública e os segredos íntimos.
Novela das sete foca em golpe financeiro e viagem Na faixa das sete, Elas que Lutem tem estreia agendada para março. Escrita por Daniel Ortiz, Victor Atherino e Flávia Bessone, com direção artística de Fred Mayrink, a história acompanha Belém (Heslaine Vieira), Kika (Dani Calabresa) e Maya (Vitória Strada). O trio perde todas as economias após cair no golpe de uma empresa de investimentos e acaba tendo os destinos unidos durante um voo com destino a Manaus na tentativa de reaver o dinheiro perdido.
Fábula nordestina na faixa das seis Já em novembro, a grade vespertina receberá Lá na Minha Terra. A novela das seis é descrita como uma fábula contemporânea centrada em Rosenda (Dira Paes), mulher que criou cinco herdeiros sozinha na fictícia Lavra Seca, no Ceará, após o sumiço do marido, Severino (Daniel de Oliveira). Mais de quinze anos depois, ela viaja pelo país atrás de respostas e descobre que o cônjugue recomeçou a vida em São Paulo com outra identidade (Cesário), cercado de riqueza e ao lado de Ismália (Camila Morgado).
Futebol feminino nos anos 1940 Completando o ciclo de novidades, Tempos de Glória trará Maisa como protagonista na faixa das seis a partir de junho, em sintonia com a Copa do Mundo 2027. Ambientada na década de 1940, pouco antes da proibição oficial da modalidade feminina no país, a história acompanha Glória e seu sonho de aturarem os gramados. O folheto marca a estreia de um trio feminino na criação e direção de novelas, formado pelas autoras Carla Faour e Julia Spadaccini ao lado da diretora artística Patrícia Pedrosa.
















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