Apontado nos bastidores como um dos favoritos para assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal caso Flávio Bolsonaro vença uma eleição presidencial, o ministro Jorge Oliveira, atualmente no Tribunal de Contas da União, indica que avalia permanecer em sua função atual.
O futuro na corte de contas
O magistrado vai assumir a presidência do órgão fiscalizador em um mandato programado para abranger os anos de 2027 e 2028. Interlocutores relatam que ele tem manifestado a intenção de exercer integralmente o período à frente da instituição.
Histórico e proximidade com o clã presidencial
Com passado como assessor de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, Oliveira mantém laços estreitos com a família e chegou a comandar a Secretaria-Geral da Presidência durante a gestão anterior.
A trajetória do ministro com o judiciário superior vem de longe. Em 2020, ele figurava entre os nomes mais cotados para assumir o posto deixado por Celso de Mello na Suprema Corte, na que seria a primeira indicação do governo de Jair Bolsonaro.
A guinada para o tribunal de contas
Naquela ocasião, no entanto, o escolhido foi o ex-desembargador Nunes Marques, que detinha baixa projeção pública na época. Pouco tempo depois daquela definição, Oliveira acabou encaminhado para o TCU.
A movimentação foi interpretada por analistas como uma estratégia para que ele acumulasse bagagem institucional visando uma futura vaga na Suprema Corte, plano que agora esbarra em seus projetos para o comando do tribunal fiscalizador.
















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