A ministra Cármen Lúcia negou o pedido de extensão de gratuidade para o transporte interestadual no segundo turno das eleições. A decisão foi tomada a apenas três dias da votação.
Motivos da negativa
A magistrada rejeitou a medida fundamentando-se na inviabilidade operacional e na falta de dados suficientes para implementar a benesse em cima da hora.
Com o pleito marcado para acontecer em curto prazo, a ausência de informações precisas pesou na avaliação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Impacto para os eleitores
Dessa forma, as regras de gratuidade que haviam sido aplicadas anteriormente não serão estendidas para as viagens entre estados nesta etapa final do processo eleitoral.
A medida mantém o formato tradicional de circulação de eleitores, visto que a logística exigida inviabilizou a mudança planejada na reta final.
















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